
Better Call Saul: 5 que episódios superam Breaking Bad e 5 que ficam aquém na comparação
A discussão sobre qual série é a melhor, se Better Call Saul ou Breaking Bad, é um papo que sempre rende. O spin-off alcançou uma profundidade e nuances dramáticas que muitos consideravam impossíveis, elevando a régua para as histórias de transformação de um personagem.
Contudo, essa rivalidade pode ser analisada em episódios específicos. Alguns momentos de Better Call Saul brilham tanto que fazem o original parecer menos intenso, enquanto outros mostram que a jornada do advogado ainda teve seus tropeços e passagens mais lentas.
5 episódios de Better Call Saul que mostram sua superioridade sobre Breaking Bad
1. “Five-O”
O episódio aprofunda a história de origem de Mike Ehrmantraut, tirando-o do papel de coadjuvante para lhe dar uma humanidade e profundidade inéditas. A atuação de Jonathan Banks é um show à parte, explorando a raiva e a culpa do personagem de forma poderosa.

2. “Chicanery”
Em vez de tiroteios, Better Call Saul criou seu próprio tipo de emoção com o drama legal. O confronto no tribunal, com a performance espetacular de Michael McKean, se tornou um dos pontos altos da série. O episódio mostra que conversas podem ser tão intensas quanto explosões.

3. “Bagman”
Com a chegada de Lalo Salamanca, a série ganhou um ritmo de thriller de crime. Este episódio da quinta temporada é um neo-western cheio de ação, com Jimmy e Mike sendo perseguidos no deserto. Ele funciona tanto como peça-chave da trama quanto como um espetáculo à parte.

4. “Plan and Execution”
Talvez o ponto mais alto de toda a franquia, este episódio culmina a “guerra de pegadinhas” de Jimmy e Kim contra Howard, mas se transforma em algo muito mais sombrio. O encontro inesperado entre Howard e Lalo na casa de Jimmy constrói uma tensão cinematográfica que termina com um dos choques mais memoráveis da TV.

5. “Saul Gone”
O episódio final de Better Call Saul teve a difícil missão de encerrar não só sua própria história, mas todo o universo de Breaking Bad. Ele entregou uma conclusão agridoce e complexa para Jimmy McGill, ao mesmo tempo em que trouxe um desfecho satisfatório para alguns pontos soltos da trama.

5 episódios de Better Call Saul que provam o contrário
1. “Alpine Shepherd Boy”
Este episódio é um exemplo de como a primeira temporada de Better Call Saul podia ser arrastada. Ele introduz a trama do asilo, que consumiu muito tempo de tela. O foco na suposta alergia de Chuck à eletricidade fez o público sentir a diferença no ritmo, comparado ao fim frenético de Breaking Bad.

2. “Marco”
No final da primeira temporada, Jimmy retorna à sua cidade natal e se reencontra com seu antigo parceiro de golpes, Marco. Embora o ator Mel Rodriguez faça um bom trabalho, a narrativa não consegue criar uma conexão emocional forte o suficiente com o personagem para que sua morte tenha um impacto real. Além disso, o desenvolvimento de personagem deste episódio foi rapidamente descartado na temporada seguinte.
3. “Rebecca”
A abertura em flashback da segunda temporada mostra um pouco do passado de Chuck e seu casamento. No entanto, o restante do episódio se arrasta com tramas menos impactantes, como Kim presa na revisão de documentos e Jimmy com uma “babá” na Davis & Main, diluindo o interesse do público.
4. “Dedicado a Max”
Este não é um episódio ruim, mas carece de grandes acontecimentos. Ele se encaixa no meio de uma das tramas mais peculiares de Mike, onde o personagem se envolve em brigas de rua, e não há muito progresso enquanto ele se recupera. A participação de Steven Ogg como Sobchak também não teve o impacto esperado.
5. “Black and Blue”
Este episódio ficou famoso por uma cena específica: o momento em que Howard convida Jimmy para uma luta de boxe. Embora divertida, a cena quebrou a tensão da rivalidade entre os dois, que estava em seu auge, e pareceu um pouco fora do personagem para ambos. Foi um lado não tão forte de Better Call Saul.
Via Screen Rant






