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Reino Unido propõe lei para banir redes sociais de menores de 16 anos
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Reino Unido propõe lei para banir redes sociais de menores de 16 anos

O governo do Reino Unido está com planos avançados para aprovar uma nova legislação. O objetivo é restringir o acesso de jovens com menos de 16 anos a plataformas de redes sociais. A iniciativa busca fortalecer a proteção online para as crianças, abrangendo nomes como X, TikTok, YouTube e Instagram.

A proposta visa impedir que adolescentes e crianças abaixo dessa faixa etária se registrem em serviços populares. Isso inclui aplicativos de fotos, vídeos e conversas. A lista final das plataformas afetadas ainda está sendo definida, mas já se sabe que incluirá sites de transmissões ao vivo, o que pode impactar serviços como a Twitch.

O Primeiro Ministro britânico, Kier Starmer, expressou o desejo de que a lei seja aprovada antes do Natal de 2026. A urgência reflete a preocupação do governo em lidar com os desafios e perigos que menores de idade podem encontrar no ambiente digital.

Proteção além das redes sociais

Autoridades britânicas defendem que as restrições irão além de um simples bloqueio. O objetivo é implementar mecanismos robustos contra funcionalidades consideradas prejudiciais, como transmissões ao vivo e a comunicação de estranhos com crianças menores de 16 anos.

O governo destaca que este esforço será mais abrangente do que iniciativas similares em outros países. A legislação planejada também abordará serviços online e sites de jogos, mostrando uma visão mais ampla para a segurança digital dos jovens.

Além do banimento de redes sociais para os mais novos, a lei prevê outras medidas. Estão incluídas as chamadas “pausas para navegação infinita” nas redes sociais e um “recolher obrigatório” digital para usuários com menos de 18 anos. Essas ações, segundo Starmer, são uma resposta direta aos pedidos de várias famílias por apoio na proteção de seus filhos.

A movimentação no Reino Unido pode ter ecos em outras regiões. Em Portugal, por exemplo, uma lei semelhante poderá ser implementada ainda em 2026, indicando uma tendência global de maior regulamentação sobre o acesso de menores ao ambiente online.

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