Crítica | Voldemort: A Origem do Herdeiro

As tecnologias atualmente tem se tornado ferramentas cada vez mais fundamentais no mundo moderno, tanto pela interação quase instantânea que ela oferece, quanto pela possibilidade de tirar do anonimato de pessoas que de outra forma continuariam desconhecidas. É dessa forma que surgem produções feitas por fãs, a exemplo das fanfics – narrativa ficcional; e ainda produções cinematográficas, aqui exemplificadas pela obra em questão.

Neste contexto de produções feitas por fãs que neste sábado (14), foi lançado no youtube o curta Voldemort: A Origem do Herdeiro, que já se mostrou um verdadeiro sucesso ao ser assistido 2 milhões de vezes em apenas 2 horas.

O projeto não tem qualquer ligação com a Warner e nem com J. K. Rowling, sendo uma produção italiana independente feita pela Tryangle Films, sendo que Gianmaria Pezzato serviu como roteirista, diretor, editor e ainda cuidou dos efeitos especiais.

No filme vemos a aurora britânica Grisha Mclaggen (Maddalena Orcali) invadindo uma base de aurores russos com o objetivo de roubar um objeto misterioso. Na medida em que a missão é comprometida e Grisha capturada, vamos descobrindo sua real motivação e principalmente, a história do lorde das trevas – Tom Riddle (Stefano Rossi).

É interessante a escolha de Gianmaria pelos flashbacks para desenvolver a história. Graças a eles, somos transportados a uma Hogwarts de outra época, onde velhos personagens – como Tom Riddle já em busca de grandeza – unem-se a novos numa história de tragédia e heroísmo, que tem em alguns objetos mágicos, conhecidos pelos fãs, elementos chave para tornar a história ainda mais crível e intrigante.

Em pouco mais de 50 minutos, a Tryangle Filmes, brinda a todos os fãs de Harry Potter com uma história coesa, com efeitos especiais de primeira linha e com um desfecho que vai deixar a todos com um gostinho de quero mais.

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